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Os restos de uma criança enterrada no Alasca podem comprovar relato bíblico sobre a Torre de Babel. (Foto: Ben Potter)

 A descoberta de um antigo material genético humano no Alasca pode comprovar o relato bíblico da migração provocada pela Torre de Babel.

 A descoberta de um antigo material genético humano no Alasca pode comprovar o relato bíblico da migração em massa provocada pela Torre de Babel, conforme defendem pesquisadores criacionistas da Universidade de Harvard.

De acordo com um estudo publicado na revista Nature na última quarta-feira (3), o genoma extraído dos restos mortais de uma criança enterrada no Alasca há 11.500 anos indica que houve uma migração em massa de pessoas da Ásia Oriental para a América do Norte, através de uma ponte terrestre congelada.

Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Copenhague e pela Universidade de Cambridge, liderada pelo geneticista Eske Willerslev, sequenciou o DNA da criança e comparou o material genético com os nativos modernos e antigos da Eurásia e das Américas.

Os pesquisadores observaram que o DNA da criança estava mais relacionado aos nativos americanos modernos, mas não com um antepassado direto. Os cientistas acreditam que os dois pontos de análise compartilham uma ascendência comum com pessoas que saíram da Ásia em direção à América do Norte através de uma ponte terrestre chamada Beríngia, cerca de 25 mil anos atrás.

O biólogo criacionista Nathaniel Jeanson acredita que a datação do DNA da menina não está exato. No entanto, ele avalia que outros detalhes da descoberta dão suporte ao relato do livro de Gênesis sobre a migração em massa provocada após a tentativa de construir a Torre de Babel.

Com base na cronologia bíblica, Jeanson sugere que o evento ocorreu mais recentemente do que os 11.500 anos atribuídos pelos pesquisadores. O estudo apresenta “mais evidências para as pessoas das Américas que vieram da Ásia  Oriental Central” e “é consistente com as Escrituras”, disse Jeanson ao site The Baptist Press.

O paleontologista Kurt Wise também sugere que os 11.500 anos de radiocarbonos citados no estudo “equivalem a muitos menos anos cronológicos (provavelmente mais próximos de 4.000 a 4.100 anos)”.

Wise,que atua como professor de história natural na Universidade Truett McConnell, disse que se as datas previstas no estudo forem consideradas “em termos relativos, as novas descobertas são consistentes com a dispersão de humanos de Babel”.

“Então, esses restos são provavelmente de uma população de pessoas espalhadas por Babel”, conclui.

Fonte: Guia-me

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