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Palavra dos pastores
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Vida Cristã

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Senhor, quero dar-te graças de todo o coração e falar de todas as tuas maravilhas. […] Aquele que pede contas do sangue derramado não esquece; ele não ignora o clamor dos oprimidos. (Salmos 9:1,12)

Você notou como muitos salmos começam ou terminam com louvor? Louvor não é negação. A Bíblia nunca nos diz que enterremos o sofrimento. Em vez disso, devemos derramá-lo como a água de um jarro. “Derramo diante dele o meu lamento; a ele apresento a minha angústia.” (Sl 142.2). Entretanto, uma vez expressas a Deus as aflições, ele nos concede uma arma poderosa: o louvor.

Deus deseja que destruamos o mal, e não que apenas fujamos dele. Ele não deseja que somente tentemos defender-nos e sobreviver; quer que afastemos o inimigo. Deseja que repitamos as palavras de Davi: “Persegui os meus inimigos e os derrotei; não voltei enquanto não foram destruídos. Esmaguei-os completamente, e não puderam levantar-se; caíram debaixo dos meus pés. Tu me revestiste de força para a batalha; fizeste cair aos meus pés os meus adversários.” (2 Sm 22:38-40).

O louvor é uma de nossas maiores armas de guerra. “As armas com as quais lutamos não são humanas; ao contrário, são poderosas em Deus para destruir fortalezas.” (2Co 10:4). Quando louvamos a Deus, nossos inimigos têm de recuar porque não conseguem resistir em sua presença. Cada louvor pela vitória de Jesus na cruz lembra ao Diabo sua maior derrota.

Você não tem de louvar a Deus por seus problemas, mas pode louvá-lo em meio a eles. Tenha certeza de que ele “não esquece; ele não ignora o clamor dos oprimidos.” (Sl 9:12).

Diante do Trono

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