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Vida Cristã

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“Um deles, quando viu que estava curado, voltou, louvando a Deus em alta voz.” (Lucas 17:15)

Dez leprosos clamaram a Jesus que os curasse. Só um dos dez, no entanto, voltou e glorificou a Deus. Quantas vezes agimos como os outros nove? Geralmente isso ocorre quando se trata de cura, mesmo que seja resposta a uma oração específica. Muitas pessoas pensam: “Bem, teria acontecido de qualquer jeito”. Não raro, aceitamos as bênçãos como certas, em vez de louvar a Deus todos os dias e dar-lhe graças pela cura.

Jesus é nosso médico e quer que sejamos curados. Devemos lembrar, porém, que Deus tem seu tempo e sua vontade soberana. Se ele não nos curar como pedimos, é porque ele tem um plano maior, e sua glória será vista nele.

Algumas doenças vêm do inimigo. Deus permitiu que Satanás fizesse Jó adoecer. Embora não compreendamos por que Deus nem sempre nos cura, podemos ter certeza de que algum benefício resultará de nosso sofrimento. Mesmo que seja só pelo sofrimento em si, pois ele nos força a nos aproximar dele e, quanto mais perto dele estivermos, mais o louvaremos.

Quanto mais doentes, infelizes, aflitos e incapacitados ficamos, mais fervorosamente oramos. A Bíblia diz que, se estivermos sofrendo, devemos orar, e orar com paixão. Algumas vezes a cura é demorada, e podemos desanimar durante a espera. O tempo passa lentamente quando estamos com dor ou sofrendo.

Louvar a Deus por sua presença e seu poder de cura em meio à doença, dor, fraqueza ou miséria abre um canal para que esperemos sua ação conforme sua vontade. Esse é o poder oculto do louvor a Deus.

Fonte: Diante do Trono

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