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Vida Cristã

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“Responde-me, Senhor, pois compassiva é a Tua graça; volta-Te para mim segundo a riqueza das Tuas misericórdias” (Sl 69.16). A Bíblia nos revela que Deus é amor. Tudo o que Deus faz é em amor e por amor. E o apóstolo Paulo nos declara que a vontade do Senhor é boa, perfeita e agradável (Rm 12.2). Entretanto, lemos muitos Salmos de Davi e de outros salmistas suplicando ao Senhor a Sua resposta, pois se encontravam em aflição, oprimidos, com problemas pessoais, familiares ou da nação. Em alguns Salmos, encontramos pedidos angustiantes, tais como: Por que, Senhor, Te conservas longe? E Te escondes nas horas de tribulação? (Sl 10.1). A alma do salmista se achava repleta de angústia e em sofrimento por não ter a pronta resposta de Deus para seus reclamos. Como podemos discernir a resposta do Senhor às nossas orações? Como podemos ter a certeza de que Ele nos ouviu?

Bem, sabemos que o Senhor sempre nos ouve, pois Ele é onipresente e onisciente. Ele também sabe aquilo que necessitamos antes que Lhe peçamos (Sl 139.4). E, por meio dos relatos bíblicos e das histórias dos homens de Deus citados nas Escrituras, encontramos as três clássicas respostas do Senhor: Sim! Não! Espere! Ah, como nós gostamos do “sim”. Como nos alegramos quando Deus nos concede o desejo do nosso coração, não é verdade? E, para termos sempre o “sim” do Senhor, basta vivermos a realidade do que Jesus ensinou aos Seus discípulos pouco antes de ser preso e levado à cruz. Ele disse: “Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito” (Jo 15.7). O segredo do “sempre sim” é permanecer Nele e em Suas palavras. Isso significa ter o conhecimento da Palavra, guardando-a no coração, vivendo o que ela nos ensina em obediência constante. Isso é ser “um” com Cristo. É poder afirmar como Paulo: “Logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a Si mesmo Se entregou por mim” (Gl 2.20). Estamos aprendendo a caminhar com o Senhor Jesus sob o mesmo jugo, atrelados à mesma canga. Assim, aprendemos com Ele a sermos mansos e humildes de coração e encontraremos o descanso para nossas almas (Mt 11.28).

Eu me lembro da história daquela moça que amava o João e queria se casar com ele. Seus pais eram contra o casamento, pois viam o caráter do João e seus graves defeitos, que prejudicariam o relacionamento, e viria uma separação. Mas a jovem disse que oraria, conforme a orientação de seus pais, e que Deus lhe daria a resposta por meio do sino da igreja. E ela orou do jeito dela e disse aos pais: “A resposta do sino foi: É o João! É o João! É o João!”. E se casou. É claro que não foi feliz e resolveu logo se separar do João, dizendo que oraria e teria a resposta novamente por meio do sino. E trouxe a resposta aos familiares, que o sino lhe dizia: “Não é o João! Não é o João! Não é o João!”. É claro que ela estava sendo conduzida por sua própria vontade e não pela direção de Deus. A história dessa moça traduz a maneira como muitas vezes as pessoas agem em relação às respostas de Deus às orações. Deus não nos deixa confundidos e nem que o inimigo triunfe sobre nós (Sl 25.1). O “sim” de Deus nunca contrariará Sua Palavra. No caso da moça, ela precisava considerar a opinião de seus pais, já que estava sob a guarda deles. E vemos como Jesus orou no Getsêmani, pedindo ao Pai que a Sua vontade fosse feita e não a Dele.

Quando oramos pedindo a vontade de Deus para nós, isso nos traz descanso e paz. Mas Deus também pode nos responder “não”, como respondeu ao apóstolo Paulo quando ele Lhe pediu para tirar o seu espinho na carne: “Por causa disso, três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de mim. Então, Ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2Co 12.8-9). Então, Deus pode nos dizer “não”, quando o que Lhe pedimos não for bom para nós. Assim como os pais não dão tudo o que os filhos pequenos lhes pedem, porque ainda não têm maturidade para usar o que estão pedindo. Por exemplo, se o filho pequeno pedir uma faca amolada para fazer algo, é claro que o pai não lhe dará, pois é algo perigoso e causará grandes males nas mãos de uma criança. Dessa forma entendemos que muitos “nãos” que recebemos foram num período nosso de imaturidade espiritual.

A terceira resposta do Senhor é “espere”. Ah, como é difícil esperar. Como queremos tudo rápido, principalmente nesta geração da tecnologia e do fastfood. Mas o salmista nos dá o seu testemunho maravilhoso no Salmo 40: “Esperei com paciência no Senhor; Ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro” (Sl 40.1). Nosso Deus Se inclina para nos ouvir e responder. Ele é fiel e maravilhoso em Sua sabedoria e bondade e sempre tem o melhor para nós. Experimente orar e testemunhe a fidelidade e o amor do Senhor, dando a você a resposta precisa e perfeita à sua oração. Ore, descanse, creia e confie no Senhor!

:: PRª. ÂNGELA VALADÃO

FONTE: Lagoinha

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