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Vida Cristã

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Então lhe apareceu um anjo do céu que o confortava. (Lc 22:43)

Depois de cear com os seus discípulos, Jesus se dirigiu ao monte das Oliveiras. Aquele já era um lugar costumeiro de oração para o Mestre – o jardim do Getsêmani. Ali, o Senhor pediu aos seus amigos: … ficai aqui e vigiai comigo… Vigiai e orai, para que não entreis em tentação… (Mt 26:38,41.) O Senhor esperava a companhia fiel de seus discípulos naquela hora difícil. A oração e o conforto deles seriam muito importantes para Jesus. Ele se afastou alguns metros para prostrar-se diante do Pai em agonia de alma: Pai, se queres, passa de mim este cálice; contudo, não se faça a minha vontade, e sim a tua. (Lc 22:42)

Jesus orava intensamente, e o seu suor tornou-se grossas gotas de sangue que caíam sobre a terra. Era um momento dramático, e, como homem, Jesus pedira aos seus discípulos somente isto: companhia. Mas eles dormiam. E por isso perderam um grande privilégio: o de confortar o Mestre em sua agonia antes da cruz. Deixaram-no sozinho. Então o Pai enviou um anjo do céu para fortalecê-lo. Anjos não são como os homens, não entendem de dor ou de agonia de morte. Mas sabem confortar.

Deus tem nos dado privilégios únicos e especiais. Muitas vezes, porém, deixamos de fazer o que o Senhor espera de nós. Se nos omitirmos, certamente Deus levantará outro para fazê-lo, até mesmo um anjo do céu. Contudo perderemos o privilégio de cumprirmos o chamado de Deus.

Por Ângela Valadão Cintra

Fonte: Diante do Trono

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